A violência no Brasil é tema do Ponto a Ponto

O vice-presidente da Associação Paulista do Ministério Público de São Paulo, Marcio Sérgio Christino, foi o entrevistado do Ponto a Ponto deste sábado (26), na BandNewsTV. A entrevista foi mediada pela jornalista Mônica Bergamo e o sociólogo Antonio Lavareda.

Veja o programa:

 

Leia mais:

Canal Livre debate o momento atual da política no Brasil; Lavareda é um dos convidados

Combate ao crack é assunto do Ponto a Ponto

Partidos trocam ‘P’ por slogans para eleições de 2018

Por Angela Boldrini (Folha de São Paulo)

Plenário da Câmara dos Deputados em sessão da reforma política (Foto: Pedro Ladeira/ FolhaPress)

Avante, Podemos, Mude, Patriota, Progressistas, Livres. Os eleitores talvez tenham a opção de votar em candidatos desses partidos nas eleições de 2018. Não reconheceu nenhum deles?

E PT do B, PTN, DEM, PEN, PP e PSL? Os nomes são as novas denominações que esses partidos, nesta ordem, querem adotar para as próximas eleições.

Dos 35 partidos existentes hoje no Brasil, sete já anunciaram a intenção de mudar de nome. Um deles, o Podemos (ex-PTN), já conseguiu efetivar a mudança no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e se relançou em julho.

A mudança de nomes das agremiações não é fenômeno atual. O Partido Progressista, por exemplo, começou em 1966 como Arena, base de apoio aos governos militares. Em 1980, virou PDS. Em 1993, PPR. Dois anos depois, trocou para PPB. Finalmente, em 2003, virou o PP. Agora, quer se chamar Progressistas.

O caso do PP mostra as duas mudanças fundamentais que marcam essa onda de troca de nomes. Em primeiro lugar, a retirada da palavra "partido". Só o Democratas, antigo PFL, já havia feito isso, em 2007. A outra é a adoção de uma palavra em vez da sigla. A exceção é o PMDB, que quer voltar a ser MDB.

"É uma tendência mundial utilizar nomes, escolher uma palavra, que tenham ligação com a representação ideológica do partido", afirma Fernando Vieira, marqueteiro do Podemos.

Entre os partidos citados por políticos de legendas como inspiração estão o homônimo espanhol Podemos e o En Marche, do presidente francês Emmanuel Macron.

No caso do ex-PTN, Vieira nega que haja inspiração do partido espanhol, bem mais à esquerda que a sigla brasileira. "Até havia resistência a esse nome porque tinham medo dessa associação", diz.

Em 1979 tornou-se obrigatória a presença do "P" no nome das siglas. Foi quando o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), sigla de oposição durante a ditadura militar, virou o PMDB.

Com a lei dos partidos políticos, de 1995, a presença deixou de ser compulsória. Apesar disso, as legendas não fizeram movimentos para retirá-la de seus nomes.

O primeiro a fazê-lo foi o então PFL (Partido da Frente Liberal). Segundo o cientista político Antônio Lavareda, um dos idealizadores, a mudança não foi deliberada. "Não havia a intenção de tirar a palavra partido, porque os partidos não estavam tão desgastados como hoje", diz.

A retirada do "partido" do nome das agremiações se dá em um momento de deterioração da popularidade da classe política: em dezembro, 58% dos brasileiros afirmaram ao Datafolha acharem o desempenho dos congressistas ruim ou péssimo.

  Editoria de Arte/Folhapress  
Partidos trocam siglas por slogans para 2018
Partidos trocam siglas por slogans para 2018

"Existe uma onda muito forte de antipolítica", afirma o deputado Silvio Costa (PT do B-PE), cujo partido quer se tornar Avante. "O fato de tirar o nome partido é para tentar reconstruir o diálogo com a sociedade", diz.

Segundo Lavareda, as mudanças de hoje também estão relacionadas à necessidade dos partidos de aumentarem o número de deputados federais para terem maior acesso ao fundo partidário e aos tempos de rádio e televisão.

"O mais importante para um partido hoje é a bancada federal", afirma ele. "Então praticamente tudo vale a pena para aumentá-la."

No caso do Democratas, por exemplo, o desejo de mudar de nome veio justamente no momento em que o partido busca atrair para si a ala governista do PSB. Vieira diz que o Podemos também viu um aumento de sua bancada depois da repaginação.

O professor de marketing político da ESPM Emmanuel Dias, porém, afirma que as mudanças não devem ter efeitos práticos em termos eleitorais. "É impossível você mudar a percepção apenas pelo nome, que é uma das etapas finais do 'rebranding' no marketing", diz ele. "É um grande erro que está sendo feito."

Do outro lado, alguns partidos rebatem. "Não é apenas uma mudança de nome, é uma refundação do partido", diz Vieira. O Podemos lançou novo estatuto em julho.

PSL e Democratas afirmam que também reverão suas bases ideológicas antes de mudar a nomenclatura. "Mas a maioria dos partidos não está entendendo, estão achando que é só fazer uns 'penduricalhos'", diz Silvio Costa.

Leia mais:

O pacto paulista

Confira o Canal Livre do último domingo com Antonio Lavareda

O pacto paulista

Por Maria Cristina Fernandes (Valor Econômico)

Michel Temer ainda exercia seu primeiro mandato como vice-presidente quando acumulou créditos na balança de suas relações com o prefeito de São Paulo, João Doria. No terceiro ano do mandato, em viagem de volta da China, parou em Abu Dhabi. Resistiu ao roteiro, por cansativo, mas foi convencido à escala por um amigo comum. Temer era o principal convidado da cerimônia de pedra fundamental da fábrica de derivados de carne da BR Foods.

A promoção era da empresa de eventos de Doria em benefício da fabricante de alimentos que tem como conselheiro o substituto do prefeito de São Paulo nos seus negócios, Luiz Fernando Furlan. Doria já havia deixado claro seu interesse em estreitar relações políticas com o grupo do presidente ao procurar dois de seus amigos naquele ano para comunicar seu interesse em se candidatar a prefeito de São Paulo dali a três anos.

O anúncio, por pretensioso, foi recebido com reservas, o que não o impediu de ser convidado a se filiar ao PMDB. Ao preferir se manter no PSDB, Doria reproduziu, com sinais trocados, a trajetória de Temer. Na revoada tucana de 1988, o atual presidente foi aconselhado por Franco Montoro a permanecer para fazer a ponte entre os ex-pemedebistas e o ane o antigo partido.

Esses vínculos se provariam determinantes para o pacto de não agressão firmado na disputa de 2016. Numa reunião em Brasília da qual participou toda a cúpula de comunicação pemedebista, Antonio Lavareda fez um frio diagnóstico da campanha. Se a candidata do PMDB, Marta Suplicy, e Doria continuassem a se estapear acabariam por eleger Celso Russomano prefeito.

As pretensões presidenciais de Doria cresceram na mesma medida em que decaíram as chances de Temer ser reeleito. O presidente, na definição de um integrante de seu próprio grupo político, corre o risco de sair da Presidência menor do que entrou. A ascensão de Doria passou a ser o atalho para aquele que se tornou o plano A do grupo de Temer: a eleição do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, ao governo estadual.

Por isso o presidente da República está disposto a se empenhar por uma aliança que reúna PMDB, PSDB e DEM em torno de Doria. Está mais bem posicionado do que ninguém para recompor, por exemplo, as relações entre o prefeito e o senador tucano Aécio Neves, cujo afastamento definitivo da direção do PSDB foi abertamente pedido por Doria. Outros tucanos aproximaram-se do prefeito nos últimos tempos (Beto Richa, Cássio Cunha Lima e Marconi Perillo), mas Aécio é o único em condições de obstruir a pretensão de Alckmin de antecipar as prévias do partido para dezembro, data que inviabilizaria a participação de um prefeito que nem sequer teria completado um ano no cargo.

A chegada de Doria ao Palácio do Planalto seria a maneira mais segura de o atual presidente evitar uma caça às bruxas. Mas este não é o principal cimento da aliança Temer-Doria. O presidente pode se convencer da necessidade de se candidatar pelo menos a deputado para manter o foro.

O prefeito é visto como um político mais maleável a demandas empresariais, do que o governador de São Paulo. Um pemedebista enumera as empreiteiras paulistas que estão à míngua porque Geraldo Alckmin, na sua definição, governa São Paulo como se fosse um banco – "Ele deixa sangrar até a morte, não ajuda ninguém".

No grupo de Temer, a percepção é de que Alckmin é aquele vendedor de carro usado com quem se pode negociar sem nem mesmo virar a chave. E desde que o cunhado não aja como atravessador. O prefeito de São Paulo, por outro lado, é mais bem visto por cultivar o "sentimento de reciprocidade" do qual o governador é desprovido.

A percepção é referendada pelas últimas licitações feitas pelo Palácio dos Bandeirantes, abertas a empreiteiras estrangeiras e amarradas a financiamentos e garantias que inibem aditivos. A frieza do governador é atestada também por investidores que, na disputa interna do PSDB, já se colocaram a seu lado.

Num encontro recente com meia dúzia de dirigentes do mercado financeiro, Alckmin não fez rodeios na avaliação de que a política de juros "só beneficia banqueiros". Contestado, seguiu adiante: "Vocês teriam quebrado o país em 2002 se Lula não tivesse nomeado Meirelles".

Convergem na avaliação de que sua franqueza desabrida se acentuou com a morte precoce do caçula. Alckmin perseguiria suas metas como quem já não tem muito a perder. É o que explica declarações inimagináveis tempos atrás ("Meu pai sempre me disse que política é dedicação, coragem moral e vida pessoal modesta. Ficou rico é ladrão") ou reações cotidianas como aquela que teve diante de especialista que tentava lhe convencer da viabilidade eleitoral de seus planos: "Você me explica o projeto, de voto entendo eu".

Esses investidores engolem Alckmin a seco porque aprovam sua política fiscal e também pelo desencanto com Doria, atribuído a dois traços que descobriram no prefeito: é apegado a firulas e não ouve. Não faltariam exemplos, como exigências em relação a vestimentas, de garis a secretários, que são convidados a retirar a gravata em reuniões que o prefeito não as usa.

A esta fixação se contrapõe um comportamento definido como superficial. Há secretários que passaram a se guiar pelo que Doria diz na imprensa para conduzir suas pastas dada a dificuldade de falar – e ser ouvido – com o prefeito que não para de viajar pelo país. "Não são as doações de empresários que vão resolver os problemas do Brasil", resume um investidor.

A fatia bandeirante do pacto em gestação é outro ponto de insatisfação. Skaf é identificado ao mar de subsídios, isenções e refis que inunda o governo Temer. Ao presidente da Fiesp contrapõem nomes como Luiz Felipe D'Ávila, dirigente do Centro de Liderança Pública, celeiro de liberais simpáticos à abertura de oligopólios, como o da infraestrutura.

Este é apenas um dos mercados pelos quais guerreiam. A disputa só chegou a esse ponto porque não há ameaças à esquerda no Estado. A corda ainda vai ficar muito mais esticada antes de se prestar à costura. Se Doria não se viabilizar como presidenciável, o grupo de Temer trabalhará por um acordo com Alckmin. Não se espera que o PSDB abra mão de lançar um candidato em São Paulo, mas é um pacto de não agressão que se busca – uma conquista, para o padrão bandeirante.

Leia mais:

IPESPE promove seminário sobre Reforma Política

Canal Livre debate o momento atual da política no Brasil; Lavareda é um dos convidados

Confira o Canal Livre do último domingo com Antonio Lavareda

O Canal Livre deste domingo (6) recebeu o cientista político Antonio Lavareda e o professor do Departamento de Ciências Políticas da USP José Álvaro Moisés. Em pauta: o atual cenário político do Brasil, cheio de incertezas.

Assista ao programa abaixo.

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:

 

Leia mais:

Descrença e temor de piora econômica freiam protestos

Antonio Lavareda é destaque no Jornal do Commercio; leia

IPESPE promove seminário sobre Reforma Política

Por Blog do Jamildo – 07/08/2017

Com previsão de ser votada pelo Congresso até setembro e dar tempo de entrar em vigor já nas Eleições de 2018, a Reforma Política gera debates em todas as esferas da sociedade. Além do financiamento de campanha política, três pontos ganham destaque na Reforma Política negociada entre a Câmara e o Senado: as novas regras para a escolha de vereadores e deputados, fim das coligações nas eleições proporcionais e cláusula de desempenho para o funcionamento dos partidos. No Recife, o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas realiza os Seminários IPESPE, que ganha debate sobre o tema "Reforma Política”, dia 28 de agosto próximo, a partir das 9h, no Auditório do Empresarial Cervantes, que fica na Praça Antônio Figueira, 30, Ilha do Leite.

Realizado em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco e o Instituto Egídio Ferreira Lima, o evento é aberto ao público. O palestrante convidado é Marcus André Melo, professor titular de Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE, PhD pela Sussex University – Inglaterra), com pós-doutorado no Massachusets Institute of Technology. Foi professor visitante na Universidade de Yale e no MIT. É autor/coautor entre outros livros: “Brazil in transition: beliefs, leadership, and institutional change”.

O seminário terá Carlos Neves como debatedor, que é mestre pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, com o tema: “O Político e o Partido: em defesa de uma representação político-partidária brasileira”. Membro-fundador e coordenador de Relações Institucionais da ABRADEP – Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político. Diretor da ESA-PE (Escola Superior da Advocacia – OAB/PE). Publicou o livro “Propaganda eleitoral e o princípio da liberdade da propaganda política”.

Além de Antonio Lavareda, que é doutor em Ciência Política (IUPERJ). Preside os conselhos científicos do Ipespe e do Neurolab Brasil. Ė professor colaborador em Ciência Política da UFPE e autor de livros como Emoções Ocultas e Estratégias Eleitorais (Ed. Objetiva, 2009) e Democracia nas Urnas (Ed. Revan, 1999). 

O Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), fundado em 1986, é uma das instituições mais respeitadas do Brasil no setor de pesquisas de mercado e opinião pública e tem promovido uma série de debates para comemorar os 30 anos de mercado. Tem sede no Recife e conta com equipes operacionais e consultores em todos os estados do País, com atuação em âmbito nacional e internacional. 

Leia mais:

Canal Livre debate o momento atual da política no Brasil; Lavareda é um dos convidados

Combate ao crack é assunto do Ponto a Ponto

“Comida não pode deixar de ser prazerosa”, afirma nutricionista no Ponto a Ponto

Os modismos das dietas e as buscas "mágicas" para a vida saudável foram assuntos do Ponto a Ponto do último sábado (5) na BandNewsTV. O sociólogo Antonio Lavareda e a jornalista Mônica Bergamo conversam com a nutricionista Roberta Cassani, doutora em Investigação Biomédica (USP) e colunista do G1. Aos sábados, o programa vai ao ar à 0h e, aos domingos, reprisado às 17h30.

Nos últimos 10 anos, vários tipos de dietas ganharam fama, como a do jejum intermitente, a dieta da maçã, da papinha, dukan, entre outras. Segundo a nutricionista Roberta Cassani, a Nutrição é uma ciência como qualquer outra e assim deve ser encarada. "É um problema sério. Temos que, cada vez mais, buscarmos trabalhar com a individualidade. Comida não pode deixar de ser prazerosa", disse. 

Em pesquisa divulgada ano passado (Vigitel), o Ministério da Saúde identificou que mais da metade dos brasileiros têm excesso de peso (57,7% dos homens e 50,5% das mulheres). "Um dos pontos que nos preocupa é a barriguinha, que é, nada mais, nada menos do que a quantidade de gordura visceral envolvendo os órgãos principais: pâncreas, intestino etc", argumentou. Outro dado alarmante é que, em 10 anos, a obesidade aumentou quase 10% (em 2006, era de 11,8%; em 2016, 18,9%). "O sobrepeso é quando tudo começa", afirmou.

A nutricionista Roberta Cassani é doutora em Investigação Biomédica pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e pesquisadora-colaboradora do Laboratório de Genômica Nutricional na Faculdade de Ciências Aplicadas (UNICAMP). Ela também é especialista em Nutrição em Cardiologia pela Sociedade de Cardiologia de SP e membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).

Veja o vídeo na íntegra:

Leia mais:

Combate ao crack é assunto do Ponto a Ponto

Confira a entrevista de Antonio Lavareda ao Canal Livre da Band

Descrença e temor de piora econômica freiam protestos

Por Gilberto Amendola, Marianna Holanda e Felipe Frazão; O Estado de S. Paulo – 05/08/2017

Pesquisadores e manifestantes avaliam a ausência de atos nas ruas; cansaço e proximidade com 2018 estão entre as teses levantadas

Canal Livre debate o momento atual da política no Brasil; Lavareda é um dos convidados

O cientista político Antonio Lavareda vai analisar o atual cenário político do Brasil no Canal Livre, da Band, neste domingo (6), à 0h. Na pauta, a denúncia contra o presidente Michel Temer e como se configuram as eleições para o próximo ano. Além de Antonio Lavareda, o cientista político José Álvaro Moisés participa do programa dominical. A ancoragem é dos jornalistas Fernando Mitre e Fábio Pannunzio.

Leia mais:

Combate ao crack é assunto do Ponto a Ponto

Condenação de Lula agita xadrez eleitoral para 2018

Combate ao crack é assunto do Ponto a Ponto

Com o intuito de ampliar a discussão sobre o combate ao crack a jornalista Mônica Bergamo e o sociólogo Antonio Lavareda receberam no Ponto a Ponto, do último sábado (29), o advogado e consultor jurídico da Clínica Novo Mundo, Marcos Jordão. O tema do semanal será “Drogas: como enfrentar” e vai debater ações e políticas públicas voltadas para esta área. O programa é sempre exibido à 0h, na BandNewsTV e no domingo ganha reprise às 17h30.

Pesquisa realizada neste ano pelo Observatório do Crack, da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), mostrou a quantidade das principais cidades por Estado que declarou ter nível alto de problemas com crack. Em primeiro lugar, apareceu São Paulo com 193 cidades, em segundo Minas Gerais com 191 e em seguida a Bahia com 115 cidades com a problemática.

Para Marcos Jordão, a política de redução de danos deve ser sempre precedida de uma proposta de tratamento que vise à abstinência. “Oferecer caminhos de reinserção social antes de um atendimento terapêutico ou com medicamentos é bastante complicado”, explicou.

Ainda durante o programa, Lavareda analisou dados de pesquisa recente da Datafolha, que apontou que 80% das pessoas acham que a internação de um adulto usuário de crack deve acontecer mesmo que ele não queira.

Veja a entrevista na íntegra:

 

Leia mais:

Antonio Lavareda é destaque no Jornal do Commercio; leia

Economista acredita na recuperação da economia