Médico Jorge Pinho debate sobre câncer de tireoide no Ponto a Ponto

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O médico pernambucano Jorge Pinho é o entrevistado do Programa Ponto a Ponto deste sábado (27), que será exibido pela BandNewsTV, à meia-noite. A jornalista Mônica Bergamo e o sociólogo Antonio Lavareda vão recebê-lo para tratar sobre a escalada do câncer de tireoide no Brasil, que é a patologia de câncer que mais cresce.

Para Jorge Pinho, o crescimento do diagnóstico nos últimos 30 anos tem aumentado à incidência de câncer de tireoide. “Este tipo de câncer difere de todos os outros tipos de neoplasia e seu índice de mortalidade é baixíssimo”, explica. O programa é reprisado aos domingos, sempre, às 17h30.

Revista Club – 27/05/2017

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Antonio Lavareda é destaque na Folha de São Paulo

Antonio Lavareda analisa cenário político brasileiro no Canal Livre

O Canal Livre, da Band, fez uma análise do momento político no Brasil, com comentários dos cientistas políticos Claudio Couto, José Alvaro Moisés, Antonio Lavareda e ancoragem de Fernando Mitre e Fábio Pannunzio. Aqui, no blog, você confere o programa na íntegra. Veja abaixo a primeira parte.

Confira a segunda parte:

Veja a terceira parte da entrevista ao Canal Livre:

Canal Livre (Band) – 1º/05/17

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Antonio Lavareda é destaque no Valor Econômico

Antonio Lavareda é destaque na Folha de São Paulo

Para marqueteiros, Lava Jato forçará políticos ao centro

Data: 10/10/2016 Editoria: Cultura Reporter: Robinson Borges Local: Sao Paulo, SP. Pauta: Entrevista com marqueteiro da campanha do prefeito eleito Joao Agripino Doria Junior. Setor: Publicidade, Eleicoes. Tags: eleicoes, estudio, piano, reflexo, cadeira, azul. Personagem: Lula Guimaraes, joranalista, fotografado em estudio de gravacao em Sao paulo. Foto: Silvia Costanti / Valor ***FOTO DE USO EXCLUSIVO FOLHAPRESS***
O marqueteiro Lula Guimarães, que fez a campanha de João Doria à Prefeitura de São Paulo 

Os depoimentos de delatores da Odebrecht foram a gota d’água no processo de desgaste da classe política tradicional, que precisará daqui para a frente adotar um discurso de centro e evitar a polarização para sobreviver, dizem marqueteiros.

Para eles, as candidaturas em 2018 serão construídas em cima de atributos pessoais. Vencerá aquele que conseguir superar a antipolítica, criando identificação direta com o eleitor desiludido e mostrando uma plataforma que prometa resolver seus problemas cotidianos.

Por esse raciocínio, a polarização, acentuada a partir das manifestações de 2013, chegou ao ápice, e o centro se esvaziou. Para evitar a ascensão de populistas, que se aproveitarão da corrosão do sistema partidário, os candidatos das vias tradicionais terão de construir pontes.

Resta saber quem sobreviverá à Operação Lava Jato.

“A desilusão do eleitor é violenta, tem muita gente que não quer votar em ninguém. É natural que essa massa crescente de indecisos busque alguém no centro, com quem se identifique”, disse o publicitário Chico Mendez.

“Você gera identificação quando o candidato se apresenta no mesmo patamar que o seu, admite que erra como você, pede perdão como você”, afirmou Mendez.

Parte dos marqueteiros e analistas políticos ouvidos pela reportagem aposta que o caminho está aberto para João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, que nega pretensão de disputar o Planalto. Outra parte é cética quanto à sua possibilidade de conseguir a candidatura, em meio às disputas no PSDB.

Mas é consenso que a forma como Doria se comunica –de forma direta com o eleitor, sem se vincular à classe política tradicional– será fundamental para os candidatos em 2018.

Para eles, a população, de modo geral, não diferenciará os graus de envolvimento com esquemas de caixa dois e/ou corrupção. Serão todos nivelados por baixo, e a disputa se dará entre a trajetória pessoal de um versus a trajetória pessoal de outro.

A Lava Jato “tem um grande potencial destrutivo”, observa Lula Guimarães, que fez o marketing da campanha de Doria à prefeitura em 2016.

“Mas é possível que o estrago seja neutralizado por criar um denominador comum, fazendo com que o ‘drive’ deixe ser a ética e passe a ser a entrega”, afirmou.

Por exemplo, diz ele, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), cotado para disputar a Presidência, tenta criar um canal direto com a classe média.

O tucano tem dito que o mote de sua campanha, se conseguir viabilizá-la, será a criação de empregos.

Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se coloca como o legítimo representante dos pobres, resgatando as suas origens.

Os dois estão envolvidos na Lava Jato em graus distintos –o petista já é réu e foi implicado por mais delatores que o tucano, acusado de ter negociado caixa dois.

Mas, para o cientista político Antonio Lavareda, a eleição está “muito distante para que os fatos revelados sejam capazes de definir o que vai ocorrer em 2018”.

                                                                              Folha de São Paulo (Thaís Bilenky) – 16/04/2017

Gaudêncio Torquato, conselheiro de Temer, é o entrevistado do Ponto a Ponto deste sábado

Para 64,6% das pessoas, a vida permaneceu igual depois que o presidente Michel Temer assumiu o cargo de chefe do Executivo, segundo registrou a pesquisa do Instituto Paraná realizada em fevereiro deste ano. Porém, 44,7% acreditam que a economia vai melhorar.

Para discutir os desafios da Agenda Temer, o programa Ponto a Ponto, com a jornalista Mônica Bergamo e o sociólogo Antonio Lavareda, recebe o cientista político Gaudêncio Torquato neste sábado (1o), à meia-noite, na BandNewsTV, com reprise domingo (2), às 17h.

Além de professor titular da USP, Torquato também coordena um grupo informal de comunicação que auxilia o presidente Temer. Para Torquato, o fortalecimento da economia vai significar estabilidade, não só política, como também social.

“A confiança na economia cresce porque a inflação está caindo, a baixa dos juros está acontecendo e o país voltou a gerar empregos”, explicou.

Segundo o cientista político, o governo Michel Temer é de pré-transição.

“É um governo que vai preparar o país para o próximo presidente, que será efetivamente o da transição. Acredito que só depois deste novo presidente é que o país estará preparado para enfrentar desafios mais profundos, como a reforma do próprio sistema de governo”.

                                                                                                              Blog do Jamildo – 31/03/2017

Leia mais: Operação Carne Fraca é tema do Ponto a Ponto

Embaixador diz que houve impacto da Lava Jato nas exportações

Operação Carne Fraca é tema do Ponto a Ponto

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Depois de ter dito que a “PF foi irresponsável na condução da Operação Carne Fraca” em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o vice-presidente da Sociedade Rural Brasileira, Pedro Camargo, será o convidado do Ponto a Ponto, com Mônica Bergamo e Antonio Lavareda neste sábado (25) na BandNewsTV, à meia-noite.

China e Honkg Kong, os maiores compradores da carne brasileira, já anunciaram restrições às importações depois de deflagrada a Operação Carne Fraca da Polícia Federal.

Blog do Jamildo – 24/3/17

Reforma Política e eleitoral em pauta

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O cientista político Antonio Lavareda é nome confirmado no esperado Seminário Reforma Política e Eleitoral no Brasil para debater propaganda política e eleitoral, no dia 24, em Brasília. Promovido pelo TSE e pela Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), o evento também discutirá temas como participação feminina na política e contencioso eleitoral.

                                                                                                           Revista Club Online – 21/03/2017

Reforma política

Antonio Lavareda será um dos debatedores, junto com a jornalista Renata Lo Prete e o ministro do TSE Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, no seminário Reforma Política e Eleitoral no Brasil, que o TSE e a Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político realiza dia 24, em Brasília.

João Alberto (Diario de Pernambuco) – 16/03/2017

Leia mais: Pesquisa aponta que 49% dos americanos aprovam política nacional de segurança do governo Trump

Antonio Lavareda no Valor Econômico

Embaixador diz que houve impacto da Lava Jato nas exportações

 

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e embaixador brasileiro em Pequim, Roberto Jaguaribe, é o convidado do Ponto a Ponto da BandNewsTV deste sábado (4), à meia-noite, para discutir as exportações brasileiras em geral. A atração é comandado pela jornalista Mônica Bergamo e pelo cientista político Antonio Lavareda. A atração ganha reprise no domingo (5), às 17h.

Segundo Jaguaribe, a demanda mundial por produtos agrícolas exportados pelo Brasil deve crescer este ano. “Sou muito otimista em relação à exportação agroindustrial brasileira. Os preços estão recuperando das commodities, a safra vai crescer bastante. É importante lembrar que o país é.”

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento da Europa (OCDE) e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) preveem que o Brasil assumirá a liderança das exportações mundiais do setor agrícola em 2024. Hoje, ocupa o topo no ranking dos mais sustentáveis produtores agrícolas do mundo.

LAVA JATO – “Não há como negar que houve o impacto da Lava Jato nas exportações. As empresas de engenharia brasileira ganharam competitividade a nível global e as nossas empreiteiras ganharam licitações com as maiores companhias do mundo, dos mais distintos mercados, inclusive os mais demandantes. Temos que criar mecanismos para que não perdamos a competência adquirida ao longo de tantos anos (tecnologia e recursos humanos)”, afirma o embaixador Roberto Jaguaribe.

Blog do Robson Sampaio – 7/3/2017

Leia mais: Necessidade de tempo na TV limita candidaturas alternativas ao Planalto

Procurador critica postura das redes sociais sobre a Lava Jato

 

Necessidade de tempo na TV limita candidaturas alternativas ao Planalto

Ocorrência de um fenômeno “Trump brasileiro” seria favorecido apenas em um cenário com muitos candidatos

Os nomes que despontam no Brasil como possíveis representantes de uma candidatura populista para a eleição presidencial de 2018 terão como principal barreira a dificuldade de formar uma grande aliança partidária, necessária para ter um tempo maior de propaganda gratuita na TV.

A onda populista no mundo, que tem feito candidatos competitivos em países democráticos, tornou-se maior com a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos e tem gerado discussões sobre a chance de alguém com esse perfil aparecer com força em 2018 no Brasil. Um deles, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), ficou em terceiro em pesquisa encomendada pela CNT e divulgada em fevereiro, com 11,3% dos votos, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 30,5%, e a da ex-senadora Marina Silva (Rede), com 11,8%.

O cientista político Jairo Pimentel, especialista em comportamento eleitoral e professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fesp), acredita que Bolsonaro, por ter pouca força política para formar uma coligação numerosa, tende a morrer na praia. “Mesmo a Marina Silva, uma candidata mais competitiva, teve dificuldade de colocar sua mensagem no ar e responder aos ataques da campanha de Dilma Rousseff, por ter pouco tempo de TV”, disse.

Pimentel ressalta também que, com o fim do financiamento empresarial, a propaganda gratuita será ainda mais importante em 2018. “Sem recursos para fazer uma campanha ampla, os candidatos ficarão ainda mais dependentes da televisão”, disse, ressaltando a importância das coligações. Além disso, com a polarização entre PT e PSDB, algo que deve permanecer, os partidos pequenos tendem a orbitar em torno deles, reduzindo o leque de opções de alianças para figuras como Bolsonaro.

Os argumentos do cientista político explicam a vitória de João Doria para prefeito de São Paulo, por exemplo. O empresário, que durante a campanha tentou se diferenciar dos políticos tradicionais e frequentemente é comparado a Donald Trump, candidatou-se pelo PSDB e teve uma enorme coligação costurada pelo governador Geraldo Alckmin, que garantiu a Doria o maior tempo de televisão na campanha.

Para o cientista político Rafael Cortez, da consultoria Tendências, a falta de tradição no Brasil de realização de primárias entre os partidos para definir seus candidatos, como ocorre nos EUA, também dificulta a ascensão de um nome como Trump. “As primárias abrem espaço para que um candidato visto como não tradicional possa se tornar conhecido e ganhe popularidade a tempo de chegar competitivo na eleição”, disse.

O analista Thomaz Favaro, da consultoria de risco político Control Risks, lembra também que Trump tornou-se viável eleitoralmente nos Estados Unidos com um discurso voltado para aspectos econômicos, como a criação de emprego. “No Brasil, ainda não se vê uma narrativa de fortalecimento político semelhante à que alçou Donald Trump à Casa Branca. Aqui, os discursos sobre retomada do crescimento econômico ainda são bastante centristas e combinam políticas econômicas relativamente ortodoxas”, afirma.

Fragmentação

Apesar destes eventuais entraves, os especialistas avaliam que uma alta fragmentação das candidaturas pode favorecer este perfil de candidato, na medida em que reduz a quantidade de votos necessários para garantir um lugar no segundo turno. “Com mais opções para os eleitores, os votos se dispersam e é possível que alguém com baixa votação avance para o segundo turno”, disse o cientista político Antonio Lavareda, citando o exemplo da eleição presidencial de 1989. A disputa daquele ano contou com 22 candidatos e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se candidatava pela primeira vez, passou para o segundo turno com 17% dos votos.

Na avaliação de Cortez, da Tendências, o campo da esquerda caminha para ter um alto grau de fragmentação, após o PT perder a liderança neste lado. Ele acredita que somente uma candidatura de Lula teria condições de aglutinar os partidos de esquerda em torno de um nome só. “A grande interrogação é na centro-direita. Se houver um candidato que represente o governo Temer, podemos ter um segundo turno com um nome de centro-esquerda e outro de centro-direita. Mas, com a fragmentação da centro-direita, é possível que Bolsonaro passe para o segundo turno, com cerca de 15% dos votos”, disse.

Lavareda sustenta que o grau de fragmentação das candidaturas vai depender da evolução do processo político até 2018, que deverá ser afetado pelas investigações da Operação Lava Jato, e o nível de sucesso do governo de Michel Temer. No primeiro ponto, nomes cotados para a disputa podem se inviabilizar em razão de denúncias, o que daria espaço a outros. No segundo, um fracasso do governo também daria espaço a candidatos que se proponham a salvar o país.

                                            Gazeta do Povo – 6/3/2017

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