Ponto a Ponto discute o marketing relacionado a causas sociais

De acordo com Francine Lemos, da consultoria Cause, depois de 2013 aumentou consideravelmente a procura de empresas pelo marketing voltado para as causa sociais, o chamado Marketing de Causa. "Talvez porque o espirítio crítico do brasileiro se aflorou mais", explicou. A consultora é a entrevistada deste sábado (6), por Mônica Bergamo e Antonio Lavareda, no Ponto a Ponto, da BandNewsTV.

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"A cada ano, 3 milhões de jovens são matriculados no Ensino Médio – só metade irá concluí-lo." A afirmação é do pernambucano Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação – ICE. Há mais de 10 anos o instituto vem ajudando a implantar escolas em tempo integral pelo Brasil. Marcos Magalhães é o entrevistado do 20 Minutos, com o cientista político Antonio Lavareda.

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As lorotas do menestrel

Por André Sollitto – Veja

Para qualquer brasileiro que acompanha com atenção as notícias sobre a situação do País, algumas das declarações recentes do ex-presidente Lula parecem desconectadas dos fatos. Em sua última viagem ao Rio de Janeiro, ele atribuiu a culpa pela calamidade do Estado à Lava Jato. No mesmo discurso, o ex-presidente teve a petulância de defender a roubalheira, ao dizer que “o Rio não merece que governadores eleitos democraticamente estejam presos porque roubaram dinheiro público”. Como se não bastasse, Lula ainda disse que inventaram o que chamou de “doença da corrupção” somente para atrapalhar sua candidatura ao planalto em 2018

MAURO PIMENTEL

São casos emblemáticos da distância abissal entre o discurso de Lula e a realidade. “Às vezes parece que o Lula dormiu quando deixou a presidência, no auge da popularidade, e acordou só agora, sem ter acompanhado nada do que aconteceu nos últimos anos”, diz o publicitário especializado em marketing político Nelson Biondi.

Mas engana-se quem pensa que o ex-presidente está fora de órbita. Apresentar uma narrativa alternativa, bem distante dos fatos, é uma estratégia política bastante antiga, e parece que Lula decidiu utilizá-la agora, transformando-se em um menestrel das lorotas. Como diz a teoria, atribuída a Joseph Goebbels (1897-1945), ministro de propaganda de Hitler, uma mentira repetida à exaustão acaba por se tornar verdade. O problema é que essa estratégia pode não ter mais validade em um mundo em que é possível checar facilmente qualquer informação. E especialmente quando a versão alternativa apresentada é um devaneio retórico.

Segundo o advogado, jornalista e cientista político Murillo de Aragão, a interpretação “exótica” da realidade faz parte do discurso político, principalmente de candidatos populistas e messiânicos, como é o caso de Lula. “Eles assumem discursos que tendem a construir uma pararealidade a partir do uso e do abuso de factóides”, afirma. O ex-presidente, no entanto, não havia lançado mão desse estratagema antes. “Qualquer prognóstico sobre a eficácia dessa tática, agora, é torcida”, diz o cientista político Antônio Lavareda. “O que dá para ver, objetivamente, é que ele está construindo uma narrativa alternativa”, afirma.

Ataques

Um dos alvos principais de Lula é a Operação Lava Jato. “A Lava Jato significou um prejuízo ao País de R$ 140 bilhões. O juiz Moro e o Ministério Público têm que saber que se tem alguém que lutou contra a corrupção foi o PT”, afirmou ele na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. “Ele tenta descaracterizá-la porque é o único inimigo que ele não pode vencer”, diz Murillo de Aragão. O petista é réu em sete ações penais, denunciado em outros dois casos, e alvo de seis procedimentos de investigação criminal abertos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em Curitiba, São Paulo e Brasília. Lula também foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a nove anos e seis meses de prisão no caso do triplex no Guarujá. De acordo com Gerson Moraes, especialista em política do Mackenzie, os ataques contra a operação, no entanto, podem se mostrar uma estratégia equivocada. “A Lava Jato se transformou em um símbolo de esperança para um país desesperançado. Se tornou sinônimo de uma postura ética”.

Diminuir o mérito da operação contra a corrupção é ir de encontro a um dos raros temas que geram consenso no país atualmente. Mesmo assim, sobram farpas ainda para o juiz Sérgio Moro, cuja imparcialidade foi colocada em xeque pelo ex-presidente em mais de uma ocasião. “O cara (Sergio Moro) é do mal. É surdo e não ouve o que eu falo”, disse ele em encontro com intelectuais, no Rio de Janeiro. Na mais recente, a defesa de Lula protocolou um pedido de suspeição contra Moro depois que o juiz participou de um evento na sede da Petrobrás. Para os advogados, o magistrado pode ser considerado suspeito se tiver aconselhado uma das partes em um caso pelo qual é responsável.

O discurso de Lula também é construído a partir de versões exageradas dos acontecimentos. O ex-presidente tem se vangloriado dos resultados de pesquisas, afirmando que aparece “com o dobro dos votos de todos os candidatos juntos”. Embora lidere as intenções de voto em todas as pesquisas, a diferença apresentada por Lula está muito acima da realidade. Basear suas falácias em cima de pesquisas realizadas tanto tempo antes da eleição, com nomes que nem participarão da disputa, também é equivocado. “Só a partir de maio, junho, que as pesquisas poderão aferir quais os candidatos que têm chances reais de se eleger”, afirma Nelson Biondi.

AMIGOS PARA SEMPRE Cabral roubou quase R$ 1 bilhão do governo do Rio, mas Lula acha injusto prendê-lo (Crédito:Marcelo Carnaval)

A sua hora vai chegar

É impressionante como até agora a Justiça não reagiu aos impropérios do ex-presidente petista. Por bem menos, um cidadão comum já teria sido enquadrado por desacato. A resposta do Judiciário, no entanto, pode vir de outra forma. Sua condenação a nove anos e meio de prisão em primeira instância pelo juiz Sergio Moro será julgada, no dia 24 de janeiro, pela 8ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). Se for condenado por um órgão colegiado, como a Turma do TRF-4, Lula se tornará inelegível, de acordo com as regras da Lei Ficha Limpa. Condenados em segunda instância também podem ser presos, segundo entendimento do STF, embora ele possa recorrer da decisão. “Como Lula pode não sair candidato, ele está botando lenha na fogueira”, diz Nelson Bioni. “Partiu para o tudo ou nada”.

Por enquanto, Lula tem pregado principalmente para convertidos, mais interessados na narrativa do que na verdade factual. “O nível de idolatria é tão grande que ele sempre será visto como um Messias, não importa o que ele fale”, diz Gerson Moraes. Nem tanto. Com o cerco se fechando sobre ele, vai ficar cada vez mais complicado sustentar um discurso delirante, destinado a encantar desencantados.

Prisão à vista

O julgamento em segunda instância do processo do triplex no Guarujá foi marcado para o dia 24 de janeiro de 2018, no Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4). Na primeira instância, Lula foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Uma condenação em segunda instância, além de tornar Lula inelegível, de acordo com a Lei da Ficha Limpa, pode fazer com que ele seja preso. A sentença original, do juiz Sérgio Moro, permite que Lula recorra em liberdade

Caso os desembargadores do TRF-4 mantenham a decisão da primeira instância, eles decidirão se Lula será preso imediatamente ou se o encarceramento acontecerá após o ex-presidente esgotar todos os recursos

Após a decisão em segunda instância, Lula poderá ainda recorrer a instâncias superiores, como o STJ (Superior Tribunal de Justiça), o STF (Supremo Tribunal Federal) e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Tentará disputar a eleição sob liminares.

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O desafio de inovar dentro do sistema

Por Mônica Gugliano – Valor

O agravamento da crise na representação política tradicional tem sido terreno fértil para o crescime – O agravamento da crise na representação política tradicional tem sido terreno fértil para o crescimento de movimentos que pregam o que eles qualificam de "novo" no Brasil. A novidade, porém, nem sempre é panaceia. "O novo não é o dono da verdade e não basta ser novo. O novo pode ser pior que o velho", diz Ilona Szabó, uma das fundadoras e integrante do Agora!, grupo de discussão de políticas públicas formado por 50 membros entre líderes do terceiro setor, acadêmicos, profissionais liberais, líderes comunitários e formadores de opinião.

Aos 39 anos, Ilona é conhecida pelo seu trabalho no Instituto Igarapé, "think tank" que dirige e ajudou a fundar, voltado principalmente a discussão e busca de ações na área de segurança e nas políticas sobre drogas. Ao lado dela, foi fundamental na criação do Agora! o cientista político Leandro Machado, experimentado nas fileiras da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (Raps), organização comandada pelo empresário Guilherme Leal, candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva em 2010.

Formado na UNB, Machado trabalhou em empresas como Shell, IBM Brasil e Natura e foi um dos principais formuladores na campanha de Leal. "Já entrei no topo da cadeia alimentar da política, foi um batismo de fogo", diz. Ilona, Machado e os outros integrantes do Agora! chegaram à conclusão de que era a hora de parar de reclamar da corrupção e da baixa qualificação dos políticos, saindo da linha de conforto das trincheiras para as fileiras da frente da batalha. "Só se pode reformar a política dentro dela", diz Machado.

Filhos de uma geração que ocupou as ruas cobrando o fim da ditadura militar e reivindicando eleições diretas, eles cresceram em meio a certa aversão à política. Só mudaram a partir das jornadas de junho de 2013. "Mudar o Brasil não é responsabilidade apenas dos partidos e dos políticos. Se o cidadão brasileiro continuar terceirizando essa tarefa e eximindo-se dela, nunca vamos mudar", afirma o cientista político.

A ideia de organizar um movimento surgiu de uma catarse que reuniu Machado, Ilona e a especialista em gestão pública Patrícia Ellen em um fórum internacional. "De repente nos vimos os três, ali sentados, em um evento que reuniu personalidades e presidentes da América Latina. E o Brasil? Quem representava a maior economia da região Sul? O Brasil tinha um presidente interino que sequer se sabia se continuaria no cargo. Outros representantes? Quais? Se a maioria estava envolvida em casos escabrosos", diz Machado. "Saímos dali decididos a mudar a realidade. Não faltam no Brasil grandes cérebros, pessoas com capacidade de pensar o país em um ambiente sadio. Em três minutos, fizemos uma lista com 50 nomes. E era tudo tão urgente que batizamos o movimento como Agora!."

Os integrantes do movimento Acredito passaram por processo semelhante: foi fundado por jovens bolsistas que se conheceram em Harvard. "Começamos a nos perguntar se não poderia existir outra forma de fazer política, de ser político, do que aquela que conhecemos e rejeitamos", diz o consultor José Frederico Lyra, um dos criadores do movimento, ao lado do professor da Fundação Getulio Vargas Felipe Oriá e da pesquisadora e cientista política Tábata Pontes. Zé Fred, como é chamado, é goiano, tem 33 anos e já integrou a equipe da Secretaria de Educação de Goiás. Mas foi em Harvard, no mestrado de políticas públicas financiado pela Fundação Lemann, que começou a tomar gosto pela política. Em 2015, virou coordenador nacional do Acredito, que se define como movimento de renovação política nacional e suprapartidário, com ramificações por todo país. Hoje, está em 11 Estados e conta com mais de mil voluntários. A missão do movimento é renovar o Congresso.

No Manifesto do movimento, os fundadores reconhecem largamente as conquistas alcançadas pela geração de brasileiros que os antecedeu, fala da desilusão com o país que lhes foi prometido, mas nunca entregue, e, por fim, que se assume como um dos atores que vão construir o Brasil dos próximos 30 anos.

Como o Agora! e outros movimentos, o Acredito quer combater a polarização que, segundo sua coordenação, empobrece o debate público. Pretende ser um ponto de encontro entre pessoas vindas de diversas tendências ideológicas. Neles estão desde cidadãos que marcharam nas ruas pedindo o impeachment de Dilma Rousseff a empresários e líderes indígenas. Defende a visão modernizadora da política, sustentada nos princípios de inclusão social, responsabilidade fiscal e modernização na área dos costumes.

Ambos também surgiram no cenário de auge da crise político-econômica, mas não tiveram participação tão intensa nos primeiros tempos quanto o Movimento Brasil Livre (MBL), criado em 2014 e que, a partir do ano seguinte, tornou-se um dos líderes entre os que pregavam nas rua o impeachment de Dilma. Também em 2016 surgiu o Vem pra Rua, que teve apoio expressivo de políticos do PSDB, mas submergiu desde que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) se viu arrastado pela Operação Lava-Jato. Esses movimentos deverão passar pela prova de fogo em 2018 e antes de acabar o prazo para as filiações partidárias, em abril, terão que descobrir se será possível misturar os ingredientes da "velha política com as novas práticas". Em tempos de pensar na composição das chapas e em listas de nomes, terão que recorrer aos partidos tradicionais para concorrer. "Para operar no sistema político, é preciso ter experiência política. E ela está nos partidos", diz o cientista político Antonio Lavareda.


Nos próximos meses, esses arranjos estarão a todo vapor. O Acredito pretende apoiar 30 candidatos e já conversou com PPS, DEM, PSB, Livres e o PSC de Jair Bolsonaro, que deve trocar de partido. "Eles querem se renovar", diz Zé Fred. Se de fato quiserem inovação, vão ter que abraçar as ideias do Acredito, que preveem deputados trabalhando no Congresso em "coworking", sem tantas folgas e recessos, sendo financiados por "crowdfunding", discutindo e prestando contas – como bom gestores -, discutindo e divulgando por meio das redes sociais tudo o que fazem, observa. "O Congresso não está sintonizado com a sociedade. Precisa mudar", diz Zé Fred, que pretende ser candidato a deputado federal. Só lhe falta escolher o partido.


O Agora!, que com o Renova Brasil foi o berço da ideia de uma candidatura do apresentador Luciano Huck – que não vai concorrer -, também pretende apoiar candidatos pulverizados em diversas legendas. "Queremos retomar uma parceria entre a política e a sociedade que nunca deveria ter sido rompida. Os partidos sabem que precisam se reinventar. O Agora não é um grupo sonhático", afirma Ilona. O RenovaBR (Fundo Cívico para a Renovação Política) já começou a preparar candidatos. Capitaneado pelo executivo do mercado financeiro Eduardo Mufarej, sócio da Tarpon Investimentos e presidente da Somos Educação, o Renova vai patrocinar bolsas de aperfeiçoamento (que podem chegar a R$ 12 mil mensais) a cidadãos interessados em disputar as próximas eleições. Os recursos virão de colaboradores como o ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga, o publicitário Nizan Guanaes, o empresário Abilio Diniz e o ex-técnico de vôlei Bernardinho. O processo de seleção dos bolsistas terminou há poucos dias e, segundo Mufarej, houve 4 mil inscritos que podem ser filiados a partidos, mas que não podem nunca ter disputado e conquistado um mandato. "Queremos identificar e ajudar esses novos talentos com perfil de liderança a se elegerem e terem condições de oxigenar as práticas políticas", afirma Mufarej.

Amparados em pesquisas de opinião que apontam a exaustão do eleitorado com os caciques, os partidos também tentam arregimentar cidadãos que não se intitulem políticos, tenham boa escolaridade, preparo e que carreguem o frescor. "Essa busca me parece uma coisa mais eleitoreira do que cidadã. Não me parece que visa o bem público", afirma Paulino.

Embora poucos critiquem abertamente esses movimentos, existe certa desconfiança de que a única forma de "mudar tudo isso que está aqui", como eles mesmos costumam dizer, é por meio da política. "A proposta é de um jogo de futebol em que os jogadores nunca viram a bola. Mas algum marqueteiro, vendo que as pessoas estavam cansadas da política e dos escândalos, começou a explorar essa ideia, do novo. Isso é a mais pura política. A política do oportunismo. É uma mentira", diz o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que pretende disputar a indicação para ser o candidato a presidente da República.

Organismos internacionais, com muita apreensão, têm mostrado que a descrença na democracia só faz aumentar no mundo e, em especial, na América Latina, onde se destaca o Brasil. Entre tantas dúvidas sobre o proclamado novo, uma das mais cruciais é saber se, por meio dele, aparecerão os resultados políticos que a sociedade espera. "Doutor Tancredo dizia que a política ilude mais do que o amor. Eles estão entrando na política. O novo não quer acabar com a política. Quer acabar com a pornografia em que a política se transformou", diz o deputado Miro Teixeira (Rede- RJ). Tomara que assim seja.

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O empresário Jorge Petribu, representante do setor sucroalcooleiro, é o entrevistado do programa 20 Minutos. Ele conversa com Antonio Lavareda sofre os rumos da indústria do açúcar e do álcool em Pernambuco. Também desabafa sobre como vê a corrupção no Brasil.

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Ex-ministro da Educação e professor titular de Ética e Filosofia Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, Renato Janine Ribeiro, foi o entrevistado do Ponto a Ponto, apresentado por Mônica Bergamo e Antonio Lavareda, do último sábado (25), às 23h. O tema desta edição foi "O debate político". 

"Muita gente ficou desencantada com a política. Há muito mais acusações hoje do que a própria Dilma ou os ministros dela. Em vez de a pessoas darem uma volta em 180 graus e apoiarem o governo anterior, as pessoas não sabem o que fazer", afirmou Janine na entrevista.

De acordo com ele, as redes sociais são importantes para mudar o comportamento dos governantes. "Não tenho visto muito debate nas redes sociais. É difícil. Mas acredito que exista pressão em cima dos governantes. Acho positivo", argumentou.

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