“A questão do feminismo é cultural, de tirar os bobes da cabeça”, diz historiadora

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A professora da Unicamp Margareth Rago, filósofa e historiadora fala sobre o papel feminino na sociedade brasileira no Ponto a Ponto deste sábado (13), à 0h, na BandNewsTV, com apresentação da jornalista Mônica Bergamo e do sociólogo Antonio Lavareda e que também pode ser revisto domingo (14), às 17h30, e sexta (19), às 3h.

“A política institucional é um campo minado paras as mulheres porque é predominantemente dominado pelos homens, sendo difícil a negociação. Como na política, as mulheres ainda sofrem violência masculina simbólica dos homens, que estão irritados com a ideia de emancipação, têm dificuldade em lidar com a liberdade e dividir o espaço com a mulher”.

O incômodo pela parte dos homens, de acordo com Margareth Rago, é pelo fato de as mulheres estarem brilhando e trazendo contribuições para os núcleos sociais. “A questão do feminismo é uma questão cultural de tirar os bobes da cabeça. O feminismo traz uma critica social profunda ao sistema que hierarquiza, exclui… Criar outros modos de pensar, outras noções. Ampliou-se a noção de política, de cidadania”, disse.

A entrevistada – Margareth Rago possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (1970) e estudou Filosofia nessa mesma Universidade (1976-1979); realizou o mestrado em História na Universidade Estadual de Campinas (1980-84) e doutorado em História também na Universidade Estadual de Campinas (1985-1990). Fez a livre-docência em 2000 e desde 2003, é professora titular MS-6 do Depto de História da UNICAMP, onde iniciou em 1985. Foi professora visitante do Connecticut College, nos Estados Unidos, entre 1995/1996 e lecionou na Universidade de Paris 7, em 2003. Foi diretora do Arquivo Edgar Leuenroth da UNICAMP em 2000. Atualmente é assessora científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, da CAPES e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e participa do Centro de Cultura Social de São Paulo.

Blog de Henrique Barbosa – 11/08/2016

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Antonio Lavareda lança livro na Espanha nesta terça

Já pensou?

Empreender no Brasil é uma tarefa de fato hercúlea. Basta comparar a quantidade de horas que são necessárias para um empresário calcular seus impostos. O exercício foi proposto pelo doutor e professor da FGV Newton Campos, convidado do Ponto a Ponto deste fim de semana.

Disparidade

Na atração da BandNews, conduzida por Mônica Bergamo e Antonio Lavareda, o economista revela que em países desenvolvidos, são gastas 150 horas por ano. A média na América Latina, enquanto no Brasil são empenhadas mais de 2,5 mil horas anuais. Um massacre.

 Diario de Pernambuco (Diario Econômico) – 06/08/2016

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“Fala-se muito em inclusão digital, mas pouco em educação digital”, afirma advogado no Ponto a Ponto

Lavareda aborda a Neuropropaganda em livro

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“Neuropropaganda de A a Z” é o tema do novo livro do sociólogo pernambucano Antonio Lavareda, que será publicado pela editora Record. O material, em parceria com o jornalista João Paulo Castro, será lançado no dia 24 de agosto, às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Habitacional/Bela Vista, em São Paulo. A publicação também ganhará noite de autógrafos no Recife, em data a ser anunciada em breve. Antonio Lavareda já conta com alguns livros-referências nos estudos políticos do Brasil, como a “Democracia nas Urnas” (Editora Revan), indicado pela USP como leitura obrigatória nos seus cursos de Ciências Políticas, e “Emoções Ocultas (Editora Objetiva), um marco na área de neurociências. 

 

Blog Roberta Jungmann – 05/08/2016

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Nas redes

Os brasileiros são os que passam mais tempo online nas redes sociais (13,8 h/mês), segundo a SurveyMonkey. O estudo mostra que os russos ficam em segundo lugar, com 10,8 horas, e os argentinos em terceiro (10,2 h/mês). Sobre crimes cibernéticos no Brasil, o professor de direito digital Renato Blum faz o seguinte alerta: “Há um abismo entre inclusão digital e educação digital”. Ele estará no programa Ponto a Ponto de hoje, na BandNews.

Jornal do Commercio (Coluna Social 1) – 23/07/2016

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Lavareda acredita que Temer está certo ao priorizar a economia

Confira a entrevista do cientista político Sérgio Praça no Ponto a Ponto 

O cientista político, professor da Escola de Ciências Sociais da FGV (RJ) e colunista da Veja, Sérgio Praça, é o entrevistado na sexta (22), às 3h, quando é reprisado o programa Ponto a Ponto da BandNewsTV.

A atração vai trazer as principais notícias do mundo político brasileiro, como a situação da presidente afastada, Dilma Rousseff; o governo interino de Temer e as eleições municipais deste ano.

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Mercado de trabalho é assunto do Ponto a Ponto

A coach de altos executivos e colunista de O Valor, Vicky Bloch, é a entrevistada no Ponto a Ponto deste sábado (9), à meia-noite, na BandNewsTV. O assunto da pauta do programa é o mercado de trabalho no Brasil e as consequências da crise econômica que assola o país com quase 12 milhões de desempregados. A entrevista tem participação da jornalista Mônica Bergamo e do sociólogo Antonio Lavareda.

                                                    

De acordo com Vicky, é preciso pensar muito além de números. “O impacto social da situação dos desempregados no Brasil é bastante grave, com o aumento da criminalidade, por exemplo. Muita gente cometendo pequenos roubos para poder comer”.

A consultora compara a situação do mercado de trabalho na Era Collor/FHC e Dilma. “A diferença da demissão em grande escala da época de Collor/FHC com a de Dilma é que, no passado, a maioria foi porque existia baixíssima produtividade de fato. Foi a primeira vez em que houve, na história do Brasil, demissão desse tipo. Já hoje, a maioria demitida está pronta para ser reabsorvida”, ou seja, muita gente qualificada está sem emprego no Brasil.

Blog do Magno – 06/07/2016

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Antonio Lavareda fala sobre a situação da Presidente Dilma

Michel Temer quer ser candidato a presidente em 2018

(Por Ilmar Franco)

O presidente interino, Michel Temer, nega. Os ministros mais próximos — Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima — também negam de pés juntos. Mas cientistas e analistas políticos não só garantem que Temer será candidato, como asseguram que ele não terá outra alternativa se seu governo der certo. Para isso, a economia deve melhorar ou a população ter uma sensação de que ela melhorou. A pesquisa IBOPE/CNI, divulgada na sexta-feira, mostra que a avaliação de Temer e de seu governo ainda é ruim, mas que já esteve pior.

— O Temer não é candidato hoje. Mas se ele chegar com 30% de ótimo e bom e 50% de aprovação, ele terá condições de concorrer. Temer vai ser convocado pelo PMDB e aliados — afirma Antônio Lavareda, que trabalhou nas campanhas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

A pesquisa mostra que o ótimo e bom de Temer evoluiu de 10% a 13%. E que a aprovação evoluiu de 14% para 31%. Se Temer constar da cédula eleitoral, o PMDB graças à crise política — governo Dilma e a Lava-Jato — será reintroduzido como um ator político nacional. Isso não ocorria desde 1994, quando o ex-governador paulista Orestes Quércia disputou o Palácio do Planalto.

— A Lava-Jato colocou o PMDB no poder. Temer será competitivo mesmo que a investigação atinja quadros do partido, desde que não seja ele. O atual governo não tem outro nome. Se não der certo para o Temer, não dará para ninguém (de sua aliança) — João Francisco Meira, do Instituto Vox Populi e ex-integrante da Executiva Nacional do PFL.

Além da melhora do ótimo e bom e da aprovação, há cientistas políticos que avaliam que também será preciso que a economia tenha um crescimento de cerca de 3% no ano eleitoral. Estes são os índices que Temer persegue, ao apostar em Henrique Meirelles no comando do Ministério da Fazenda, e, por isso, analistas políticos não têm dúvidas de assegurar que ele é “super candidato”.

Todos os partidos anunciam que terão candidato à Presidência. O PDT vai de Ciro Gomes. O PPS de Cristovam Buarque. O PT pode ir de Lula ou adotar Ciro ou lançar Fernando Haddad, se ele for reeleito prefeito de São Paulo. O PSC aposta em Jair Bolsonaro. Ronaldo Caiado tenta se viabilizar no DEM. A Rede terá Marina Silva. O PSDB pode repetir Aécio Neves ou apostar em sangue novo, como o governador de Goiás, Marconi Perillo. O PSB garante que terá candidato, e dirigentes do partido têm conversado com o governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin. O PMDB também proclama que disputará o Planalto

— Se o PMDB tiver um candidato a presidente, como é que esse candidato não será o presidente Temer? — pergunta um cientista político.

Diante do quadro criado, há quem aposte no final da polarização PT x PSDB. Avaliam que, com o sucesso do PMDB e de Temer, os maiores prejudicados seriam os tucanos. Consideram que o sucesso do governo do PMDB seria o sucesso do PMDB, enquanto o fracasso do governo Temer seria o fracasso de todo o governismo, o que inclui o PSDB. Mal comparando, argumentam que ‘o craque ganha e o time perde’. Um dos sintomas de que os tucanos estão preocupados com a possibilidade de serem substituídos por uma nova polarização (PMDB x PT) é a sofreguidão com que eles almejam assumir a Presidência da Câmara em 2017.

— A esquerda terá um candidato. O Temer não é o Itamar Franco (que concluiu o mandato de Fernando Collor). O Itamar não podia concorrer em 1994, o Temer pode — lembra um analista político.

O Globo – 03/07/2016

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Política externa do Brasil é tema do Ponto a Ponto

O programa Ponto a Ponto deste sábado, à meia-noite, na BandNewsTV, traz à tona a discussão sobre a política externa brasileira. Para comentar o assunto, o convidado é o ex-embaixador do Brasil em Washington (1999-2004), Rubens Barbosa, a jornalista Mônica Bergamo e o sociólogo Antonio Lavareda.

Segundo Rubens Barbosa, os trabalhos relativos à política internacional adotados pelo governo Temer não se diferenciam muito se comparados ao de Dilma e Lula, apenas o enfoque.

“O Lula não inovou. O PT veio com uma visão de que os EUA estavam em decadência, a globalização não era tão boa assim… Perdemos 13 anos na relação com os países desenvolvidos. A ênfase foi nos países em desenvolvimento. As ênfases foram erradas”, alerta.

O ex-embaixador também chama atenção sobre a falta de uma política migratória séria, caso o Brasil volte a crescer. “Estamos absolutamente despreparados, o fluxo de imigrantes poderá ser muito grande. Eu acho que tem que ter uma lei de imigração, levando em conta os direitos humanos”, enfatiza.

Blog do Magno – 1º/07/2016

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