Mercado de trabalho é assunto do Ponto a Ponto

A coach de altos executivos e colunista de O Valor, Vicky Bloch, é a entrevistada no Ponto a Ponto deste sábado (9), à meia-noite, na BandNewsTV. O assunto da pauta do programa é o mercado de trabalho no Brasil e as consequências da crise econômica que assola o país com quase 12 milhões de desempregados. A entrevista tem participação da jornalista Mônica Bergamo e do sociólogo Antonio Lavareda.

                                                    

De acordo com Vicky, é preciso pensar muito além de números. “O impacto social da situação dos desempregados no Brasil é bastante grave, com o aumento da criminalidade, por exemplo. Muita gente cometendo pequenos roubos para poder comer”.

A consultora compara a situação do mercado de trabalho na Era Collor/FHC e Dilma. “A diferença da demissão em grande escala da época de Collor/FHC com a de Dilma é que, no passado, a maioria foi porque existia baixíssima produtividade de fato. Foi a primeira vez em que houve, na história do Brasil, demissão desse tipo. Já hoje, a maioria demitida está pronta para ser reabsorvida”, ou seja, muita gente qualificada está sem emprego no Brasil.

Blog do Magno – 06/07/2016

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Antonio Lavareda fala sobre a situação da Presidente Dilma

Michel Temer quer ser candidato a presidente em 2018

(Por Ilmar Franco)

O presidente interino, Michel Temer, nega. Os ministros mais próximos — Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima — também negam de pés juntos. Mas cientistas e analistas políticos não só garantem que Temer será candidato, como asseguram que ele não terá outra alternativa se seu governo der certo. Para isso, a economia deve melhorar ou a população ter uma sensação de que ela melhorou. A pesquisa IBOPE/CNI, divulgada na sexta-feira, mostra que a avaliação de Temer e de seu governo ainda é ruim, mas que já esteve pior.

— O Temer não é candidato hoje. Mas se ele chegar com 30% de ótimo e bom e 50% de aprovação, ele terá condições de concorrer. Temer vai ser convocado pelo PMDB e aliados — afirma Antônio Lavareda, que trabalhou nas campanhas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

A pesquisa mostra que o ótimo e bom de Temer evoluiu de 10% a 13%. E que a aprovação evoluiu de 14% para 31%. Se Temer constar da cédula eleitoral, o PMDB graças à crise política — governo Dilma e a Lava-Jato — será reintroduzido como um ator político nacional. Isso não ocorria desde 1994, quando o ex-governador paulista Orestes Quércia disputou o Palácio do Planalto.

— A Lava-Jato colocou o PMDB no poder. Temer será competitivo mesmo que a investigação atinja quadros do partido, desde que não seja ele. O atual governo não tem outro nome. Se não der certo para o Temer, não dará para ninguém (de sua aliança) — João Francisco Meira, do Instituto Vox Populi e ex-integrante da Executiva Nacional do PFL.

Além da melhora do ótimo e bom e da aprovação, há cientistas políticos que avaliam que também será preciso que a economia tenha um crescimento de cerca de 3% no ano eleitoral. Estes são os índices que Temer persegue, ao apostar em Henrique Meirelles no comando do Ministério da Fazenda, e, por isso, analistas políticos não têm dúvidas de assegurar que ele é “super candidato”.

Todos os partidos anunciam que terão candidato à Presidência. O PDT vai de Ciro Gomes. O PPS de Cristovam Buarque. O PT pode ir de Lula ou adotar Ciro ou lançar Fernando Haddad, se ele for reeleito prefeito de São Paulo. O PSC aposta em Jair Bolsonaro. Ronaldo Caiado tenta se viabilizar no DEM. A Rede terá Marina Silva. O PSDB pode repetir Aécio Neves ou apostar em sangue novo, como o governador de Goiás, Marconi Perillo. O PSB garante que terá candidato, e dirigentes do partido têm conversado com o governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin. O PMDB também proclama que disputará o Planalto

— Se o PMDB tiver um candidato a presidente, como é que esse candidato não será o presidente Temer? — pergunta um cientista político.

Diante do quadro criado, há quem aposte no final da polarização PT x PSDB. Avaliam que, com o sucesso do PMDB e de Temer, os maiores prejudicados seriam os tucanos. Consideram que o sucesso do governo do PMDB seria o sucesso do PMDB, enquanto o fracasso do governo Temer seria o fracasso de todo o governismo, o que inclui o PSDB. Mal comparando, argumentam que ‘o craque ganha e o time perde’. Um dos sintomas de que os tucanos estão preocupados com a possibilidade de serem substituídos por uma nova polarização (PMDB x PT) é a sofreguidão com que eles almejam assumir a Presidência da Câmara em 2017.

— A esquerda terá um candidato. O Temer não é o Itamar Franco (que concluiu o mandato de Fernando Collor). O Itamar não podia concorrer em 1994, o Temer pode — lembra um analista político.

O Globo – 03/07/2016

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Antonio Lavareda opina sobre as delações

Antonio Lavareda no Roda Viva: O principal acerto de Temer foi a escolha da equipe econômica

Política externa do Brasil é tema do Ponto a Ponto

O programa Ponto a Ponto deste sábado, à meia-noite, na BandNewsTV, traz à tona a discussão sobre a política externa brasileira. Para comentar o assunto, o convidado é o ex-embaixador do Brasil em Washington (1999-2004), Rubens Barbosa, a jornalista Mônica Bergamo e o sociólogo Antonio Lavareda.

Segundo Rubens Barbosa, os trabalhos relativos à política internacional adotados pelo governo Temer não se diferenciam muito se comparados ao de Dilma e Lula, apenas o enfoque.

“O Lula não inovou. O PT veio com uma visão de que os EUA estavam em decadência, a globalização não era tão boa assim… Perdemos 13 anos na relação com os países desenvolvidos. A ênfase foi nos países em desenvolvimento. As ênfases foram erradas”, alerta.

O ex-embaixador também chama atenção sobre a falta de uma política migratória séria, caso o Brasil volte a crescer. “Estamos absolutamente despreparados, o fluxo de imigrantes poderá ser muito grande. Eu acho que tem que ter uma lei de imigração, levando em conta os direitos humanos”, enfatiza.

Blog do Magno – 1º/07/2016

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Antonio Lavareda lança livro na Espanha nesta terça

Especialista analisa segurança montada para as Olimpíadas no Ponto a Ponto

Antonio Lavareda lança livro na Espanha nesta terça

O livro A lógica das eleições municipais, organizado pelos cientistas políticos Antonio Lavareda e Helcimara Telles (professora da UFMG), será lançado na Universidade de Salamanca, na Espanha, nesta terça (28), no congresso do Conselho Europeu de Investigações Sociais da América Latina.

A publicação ganhou apresentação em Nova York, em maio, e vai ser lançado no Brasil, em outubro, em Caxambú-MG, e já pode ser encontrada nas principais livrarias do Recife.

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Blog de Jamido – 27/06/2016

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Antonio Lavareda e Helcimara Telles lançam hoje “A lógica das eleições municipais” em Nova York

“O Brasil parece viver uma migração para o Parlamentarismo”

Força na web

Aliás, o cientista político Antonio Lavareda disse, em entrevista a esta Folha de Pernambuco, que a rede social será o grande diferencial desta eleição. A TV contará ainda muito, mas o papel da internet será decisivo, especialmente nas redes de relacionamento. Mas não vai ser tão fácil, já que os candidatos não poderão impulsionar as publicações, nada pago será permitido. Terão de contar com a boa vontade dos eleitores de curtirem e compartilharem as postagens.

Folha de Pernambuco (Coluna Persona) – 26/06/2016

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Antonio Lavareda fala sobre situação política do Brasil para o El País

Alienação eleitoral deverá crescer em 2016

“Dizer que não há risco de atentado nas Olimpíadas seria temeroso”, diz especialista

O doutor em Ciência Política (USP), com foco na área de Segurança Internacional, e mestre em Segurança Nacional pela Georgetown University, Gunther Rudzit, é o entrevistado do Ponto a Ponto, que discute as estratégias de segurança adotadas pelo Brasil para as Olimpíadas 2016. A entrevista, que será reprisada nesta na sexta (30), às 3h, é mediada pela jornalista Mônica Bergamo e pelo sociólogo Antonio Lavareda.

Em agosto, só no Rio, esperam-se 15 mil atletas de 225 países e 500 mil turistas (40% vindos dos Estados Unidos). De acordo com Gunther Ruditz, o problema do terrorismo vem à tona pelo fato de as Olimpíadas serem um evento mais abrangente que a Copa, por exemplo, e acontecendo apenas em uma cidade. “Israel não conseguiu vir na Copa do Mundo, mas vem para as Olimpíadas”, argumentou.

Ainda de acordo com o especialista, os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, ocorreu tudo bem porque o Estado Islâmico ainda não tinha ganho toda essa dimensão como hoje em dia. “O Brasil se torna um alvo interessante desses grupos. Dizer que não existe esse risco seria temeroso”, pontuou.

Na entrevista, o sociólogo Antonio Lavareda questiona a frustração que os Jogos Olímpicos no Brasil causaram no mundo. “Essas Olimpíadas no Brasil se perdeu muito o charme original. Quando se escolheu o Brasil, era uma grande homenagem à América Latina, como o país que vinha despontando como potência, assim como foi a afirmação da China. Agora, as Olimpíadas vão acontecer num país com muitas dificuldades e uma sociedade insatisfeita”.

Assista à entrevista completa aqui no blog:

 Blog de Jamildo – 24/06/2016

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Programa ‘Ponto a Ponto’ discute sobre o mundo das Redes Sociais

Antonio Lavareda concede entrevista para a IstoÉ

Especialista analisa segurança montada para as Olimpíadas no Ponto a Ponto

O doutor em Ciência Política (USP), com foco na área de Segurança Internacional, e mestre em Segurança Nacional pela Georgetown University, Gunther Rudzit, é o entrevistado do Ponto a Ponto, que discute as estratégias de segurança adotadas pelo Brasil para as Olimpíadas 2016. A entrevista, que vai ao ar nesta sexta (1º), às 3h, é mediada pela jornalista Mônica Bergamo e pelo sociólogo Antonio Lavareda.

Em agosto, só no Rio, esperam-se 15 mil atletas de 225 países e 500 mil turistas (40% vindos dos Estados Unidos). De acordo com Gunther Ruditz, o problema do terrorismo vem à tona pelo fato de as Olimpíadas serem um evento mais abrangente que a Copa, por exemplo, e acontecendo apenas em uma cidade. “Israel não conseguiu vir na Copa do Mundo, mas vem para as Olimpíadas”, argumentou.

Ainda de acordo com o especialista, os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, ocorreu tudo bem porque o Estado Islâmico ainda não tinha ganho toda essa dimensão como hoje em dia. “O Brasil se torna um alvo interessante desses grupos. Dizer que não existe esse risco seria temeroso”, pontuou.

Na entrevista, o sociólogo Antonio Lavareda questiona a frustração que os Jogos Olímpicos no Brasil causaram no mundo. “Essas Olimpíadas no Brasil se perdeu muito o charme original. Quando se escolheu o Brasil, era uma grande homenagem à América Latina, como o país que vem despontando como potência, assim como foi a afirmação da China. Agora, as Olimpíadas vão acontecer num país com muitas dificuldades e uma sociedade insatisfeita”.

Blog de Henrique Barbosa – 23/06/2016

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Em agosto, só no Rio, esperam-se 15 mil atletas de 225 países e 500 mil turistas (40% vindos dos Estados Unidos). De acordo com Gunther Ruditz, o problema do terrorismo vem à tona pelo fato de as Olimpíadas serem um evento mais abrangente que a Copa, por exemplo, e acontecendo apenas em uma cidade. “Israel não conseguiu vir na Copa do Mundo, mas vem para as Olimpíadas”, argumentou.

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Ainda de acordo com o especialista, os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, ocorreram tudo bem porque o Estado Islâmico ainda não tinha ganho toda essa dimensão como hoje em dia. “O Brasil se torna um alvo interessante desses grupos. Dizer que não existe esse risco seria temeroso”, pontuou.

Na entrevista, o sociólogo Antonio Lavareda questiona a frustração que os Jogos Olímpicos no Brasil causaram no mundo. “Essas Olimpíadas no Brasil se perdeu muito o charme original. Quando se escolheu o Brasil, era uma grande homenagem à América Latina, como o país que vinha despontando como potência, assim como foi a afirmação da China. Agora, as Olimpíadas vão acontecer num país com muitas dificuldades e uma sociedade insatisfeita”.

Blog do Magno – 23/06/2016

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Antonio Lavareda fala sobre situação política do Brasil para o El País

A situação do PT, por Antonio Lavareda

Impeachment…

Pelo novo calendário da votação do impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), o Senado vai decidir pela permanência ou não dela no dia 9 de agosto, exatamente uma semana antes do início das eleições.

…e a campanha

O resultado pode piorar o quadro para o PT na eleição. O cientista político Antonio Lavareda avalia que a sigla tende a diminuir 30% nas eleições 2016 e em 2018, o desempenho vai se equiparar ao patamar de 1994.

                                                          Jornal do Commercio (Coluna Pinga Fogo) – 23/06/2016

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